quarta-feira, 30 de abril de 2008

TIRE DE LETRA A ANGÚSTIA DO VESTIBULAR


Você está se preparando para o vestibular e não sabe como lidar com tanta angústia. A cada dia se vê mais apavorado com a idéia de fracassar e vive sob tensão constante. E a sensação de cansaço que parece não te abandonar nem depois de uma semana de sono? Mas fique tranqüilo, existem maneiras de controlar o stress e a ansiedade que, segundo especialistas, só fazem atrapalhar seu bom desempenho durante as provas.
Talvez você não saiba, mas o vestibular é uma das grandes fontes de stress do mundo atual. E o que significa isso? Doenças que podem surgir da noite para o dia, como dor de cabeça constante, rinite, dores no corpo e gastrite. Na hora do vestibular, relaxar é fundamental.
Tudo bem, é quase impossível fazer isso? Mas dá certo, com um pouco de esforço. Cuidar da alimentação, com uma dieta rica em frutas, verduras e legumes é fundamental.
“Quando resolvi prestar o vestibular e peguei o meu manual, fiquei nervosa ao ver as matérias e aquele monte de coisas que teria de estudar e lembrar na hora da prova. É claro que medo e nervosismo são coisas naturais, mas não podemos deixar que isso nos atrapalhe”, conta a estudante Mônica Kamber, 1º ano de Comércio Exterior.
O que fazer?
Damos algumas dicas para evitar o cansaço desnecessário.
Em primeiro lugar, procure aprender, e não decorar as matérias.
Quando for divulgado o local da prova, vá conhecê-lo. Verifique o trajeto, o tempo gasto, as linhas de ônibus ou locais de estacionamento. Não corra o risco de um atraso no dia do exame.
Separe todo o material na noite anterior à prova: lápis, canetas, borrachas e documentos.
Ter uma boa noite de sono antes da prova é essencial.
Varar a madrugada antes do exame não vai tirar nenhum atraso nos estudos. Procure fazer uma refeição leve antes de sair; um estômago pesado atrapalha o raciocínio e aumenta a tensão. Quando fechar os livros e apostilas, deixe as preocupações com o vestibular de lado.
Leve para a sala água, chocolate ou barras de cereais, pois a fome também atrapalha a concentração.
Por fim, ao receber a prova, leia as questões com calma e atenção. Quando se deparar com alguma dificuldade, pule para outra que você possa responder. Assim, você recupera a tranqüilidade e aumenta a confiança para resolver o resto da prova.
Calcule seu tempo. Não esqueça de reservar um tempo para preencher o gabarito.
Mas, e se der aquele branco, de repente? Pare um minuto, tome um gole d’água e bola pra frente.
E Mônica, que já tirou de letra a ansiedade causada pelos exames, ensina: “Galera, na hora do vestibular tentem ficar bem à vontade, estar bem descansados e ter certeza de que você pode! Quando eu terminei a prova, estava tranqüila, mas a ansiedade de saber o resultado era muito grande. O melhor momento é quando você vê o seu resultado e percebe que está pronto para conquistar seu espaço”.
E se der branco?
“A possibilidade de me dar um branco na hora H era o que mais me preocupava”, conta a estudante Jacheline Dias. "Procurei não pensar muito nas provas e tentei levar minha vida como sempre, fingindo ser essa mais uma prova que prestei, como tantas outras da escola”, continua. Jacheline não passou por uma das fases consideradas mais difíceis, que é a pressão dos pais. “Eles sempre esperam os melhores resultados dos filhos. Isso gera muita ansiedade e medo”, diz uma professora que faz parte da banca examinadora das provas de Redação da Fuvest que, por motivos de sigilo profissional, não pode ser identificada.
Ela conta que a ansiedade faz com que os alunos escrevam as coisas mais estranhas na redação. “Eles têm tanto medo que acabam escrevendo coisas que nós, da banca examinadora, sabemos que é um estilo que não tem nada a ver com um jovem de 16, 17 anos”, diz.
A dica, segundo ela, é ser o mais natural possível e procurar usar sempre seus conhecimentos. “O nervosismo é tanto que fica nítido nas provas. Muitos candidatos param a redação no meio e começam a relatar seu estado emocional”.
Por mais que se dêem dicas para que os vestibulandos consigam manter a calma, a maioria não consegue se controlar e nem levar adiante uma rotina menos estressante. Principalmente quando vai chegando o dia da prova. “O erro mais comum que encontramos nas redações é a falta de linearidade. Eles não percebem que acabam escrevendo em círculos, pois pensam muito em como agradar aos examinadores”, conta a professora. “A insegurança leva o aluno a mascarar suas próprias idéias”.
Veja como se livrar o stress
* Anote tudo o que lhe estressa. Toda semana, dê uma olhadinha nos seus registros e não deixe os probleminhas de hoje se tornarem os problemões de amanhă.
* Procure se abrir com uma amigo de confiança. Compartilhe tudo: suas alegrias, frustrações e tristezas.
* Console-se. Você não pode mudar o mundo. Faça a sua parte e já estará ajudando muito.
* Há hora para tudo: tão importante quanto os milhares de compromissos, é o descanso. Reserve um tempinho para passear, divertir-se. A questăo é se programar.
* Procure ter uma boa noite de sono. Antes de se deitar, não faça atividades que te deixem ligadão, como ouvir aquele som pra lá de agitado.
* A atividade física é uma grande aliada contra o estresse. As endorfinas - substâncias liberadas quando se faz exercícios - são um calmante natural. Além disso, quem está em forma tem mais chances de enfrentar numa boa os efeitos do estresse.
* Aprenda a transformar os momentos em que está sozinho em total curtição, como a hora do banho. Cante no banheiro, olhe-se no espelho e converse com você mesmo...
* Leve a vida a sério, mas não a ferro e fogo. Lembre-se de que todo mundo é humano e está aqui para aprender.
* Para isso, tem o direito de acertar e errar, sem medos.
Principais sintomas do stress
- Respiração mais rápida e curta.
- Ombros, pescoço e maxilares ficam tensos.
- Transpiração excessiva nos pés, mãos, testas e axilas.
- Cansaço crônico e dificuldade para pegar no sono.
- Distúrbios do apetite para mais ou menos.
- Batimentos cardíacos acelerados.
- Dificuldade para se concentrar e memorizar.
- Dificuldade para controlar emoções
Fonte: webvest

terça-feira, 22 de abril de 2008

CURSINHOS SOCIAIS: A PORTA DE SAÍDA

Alunos do curso Santa Bakhita na semana de CCN

por Jorge Portugal, em14/03/2008 (Extraído do site Tô sabendo)


De alguns poucos anos para cá, vem ocorrendo um poderoso movimento sócio-cultural que, sem exageros, pode ser considerado uma verdadeira revolução silenciosa. Refiro-me aos cursos pré-vestibulares sociais, em geral coordenados por ONGs, e que oferecem oportunidade de estudos a milhares de jovens pobres da periferia que , em outras condições, jamais poderiam sequer sonhar
em cursar uma universidade. O pioneiro e já legendário foi o “Steve Biko”, destinado a estudantes negros que, em 16 anos de existência, vem contribuindo para mudar a cor da paisagem humana das nossas universidades.
Depois – apenas em Salvador – vieram a Oficina de Cidadania, os Quilombos Educacionais, o Milton Santos, a Central do Vestibular e muitos e muitos outros que operam no anonimato dos bairros populares.
A Central do Vestibular, coordenada pela ONG Arquitetos do Futuro, é a que abriga o maior número de estudantes pobres e a que vem de apresentar, este ano, um resultado simplesmente estonteante: são 900 alunos pagando uma taxa social em torno de R$ 70,00 (só pra lembrar, os cursinhos da classe média cobram mensalidades de R$ 435,00) e tendo a educação como ÚNICO trampolim para melhorar suas vidas. Apenas como móvel de comparação, há três anos, raríssimos foram os alunos da ONG que se “atreveram” a tentar o vestibular da UFBa, temido pela complexidade de sua prova e pelo alto nível dos concorrentes, oriundos da rede particular e dos cursinhos da elite. Este ano, a Central do Vestibular aprovou, SÓ na UFBa, 131 estudantes, com destaque nas áreas de Medicina, Direito, Odontologia, Medicina Veterinária, Psicologia, Engenharias, outrora “reservas de mercado” dos estudantes ricos da Bahia. Eram pessoas “programadas para perder”; mas estão somando vitórias retumbantes a cada ano.
Por entender profundamente que “fome se combate com arroz e feijão, mas pobreza se combate com educação”, o secretário de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Walmir Assunção, acaba de estabelecer parceria com a reconhecida ONG Arquitetos do Futuro, com o objetivo de implantar pré-vestibulares gratuitos em todos os Centros Sociais Urbanos de Salvador, com futura extensão para toda a Bahia. Serão quase 6.000 ( seis mil) estudantes pobres da periferia estudando com os melhores e mais experientes professores dos cursinhos consagrados da cidade. Isso é que eu chamo de “empatar o jogo”; a partir daí vale o talento e a garra de cada um.
É, minha gente, existe mais realidade social do que supõem os camarotes e as cordas dos blocos de trio...

Jorge Portugal - Educador e Poeta, é membro do Conselho Nacional de Política Cultural.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

A pirataria no mar está de volta?


Hoje navegando pela Internet, achei um artigo sobre pirataria (no site da UOL sobre atualidades para vestibular) muito interessante. Fica aqui para compartilhar com vocês.

A todos um ótimo final de semana.


17/04/2008 - 07h27
Piratas do século 21
Ataques no mar crescem mais do que o comércio
Manuela Martinez*Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

Pirataria volta a ser problema para a navegação marítima no século 21
Em meio às guerras, aos conflitos étnicos, ao início da "abertura econômica" pós-Fidel Castro, em Cuba, ao aquecimento global e à epidemia de dengue no Rio de Janeiro, uma notícia mereceu destaque entre as principais agências do mundo na segunda semana de abril de 2008: o ataque ao iate de luxo francês "Le Ponant", na costa da Somália, África, realizado por dez piratas fortemente armados.Apesar de toda a sofisticação eletrônica dos navios, iates, veleiros e demais tipos de embarcações, a ação dos piratas cresceu 10% no ano passado (apenas para efeito de comparação, o comércio global registrou uma alta de 7%), de acordo com um levantamento realizado pelo IMB (International Maritime Bureau), órgão que centraliza as informações sobre pirataria em todos os continentes.Em 2007, foram registrados 263 ataques de piratas, mas, segundo especialistas, o número pode ser bem maior porque os proprietários de pequenas embarcações normalmente não procuram as autoridades competentes para prestar queixas.
Normas rígidasMesmo com o crescimento de 10% registrado em 2007, o número de ataques de piratas ainda é bem menor do que em 2000, quando 469 casos foram registrados. No entanto, após o ataque sofrido pelos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001, as normas mundiais de segurança ficaram mais rígidas, principal fator apontado pelos especialistas para a redução dos ataques.Em 2007, quem navegou por águas da Somália, Nigéria e Indonésia teve mais probabilidade de ser atacado por piratas - foram realizados pelo menos 50 ataques nesses três países, dos quais 31 somente na Somália. Segundo o International Maritime Bureau, o país africano concentra muitas quadrilhas organizadas e praticamente não existe fiscalização por parte da polícia. Os prejuízos causados pela pirataria em todo o mundo podem ser traduzidos por números. Na última década, cerca de 3.200 pessoas foram feitas reféns, outras 150 morreram durante os ataques e 500 ficaram feridas.
SofisticaçãoOs relatos dos comandantes, tripulantes e passageiros dos navios atacados revelam que os piratas, há muito tempo, trocaram o romantismo pela sofisticação. No século 21, as "armas" são outras: GPS, lanchas rápidas, fuzis e máscaras. Em 2007, os piratas provocaram um prejuízo de US$ 16 bilhões para as empresas e países.Em seu favor, os piratas têm a estatística: pelo menos 80% dos bens comercializados em todo o mundo circulam pelo mar, transportados por 50 mil grandes navios. Para minimizar as ações dos piratas, os governos e dirigentes das grandes empresas trabalham em duas linhas: alguns defendem a presença de militares nas embarcações, enquanto outros acreditam que é preciso melhorar a sofisticação dos aparelhos e equipamentos de segurança.No passado, a pirataria, que sempre foi considerada um crime internacional, era combatida com extremo rigor - os piratas normalmente eram enforcados. Mesmo assim, os ataques continuaram e até hoje persistem como um grave problema de segurança internacional.


*Manuela Martinez é jornalista e publicitária.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Só por hoje...


Só por hoje tentarei viver somente este dia e não tentarei solucionar todos os meus problemas de uma vez. Posso fazer alguma coisa por doze horas que me assustaria se eu achasse que tivesse que continuar a fazê-la pelo resto da vida.
Só por hoje serei feliz. Parece ser verdade o que disse Abraham Lincoln: "A maioria das pessoas é tão feliz quanto tenha decidido ser."
Só por hoje me ajustarei à realidade, e não tentarei ajustar tudo à minha própria vontade. Aceitarei o que o destino me reservar, e me adaptarei a ele.
Só por hoje tentarei fortalecer minha mente. Estudarei e aprenderei alguma coisa útil. Não serei um ocioso mental. Lerei alguma coisa que requeira esforço, raciocínio e concentração.
Só por hoje exercitarei minha alma de três maneiras: praticarei uma boa ação para alguma pessoa, sem que ela fique sabendo; se alguém ficar sabendo, não será válido. Farei pelo menos duas coisas que não quero fazer – só para me exercitar. Não demonstrarei a ninguém que meus sentimentos estão feridos; eles podem estar feridos, mas hoje não o demonstrarei.
Só por hoje serei agradável. Terei a melhor aparência possível, me vestirei bem, manterei minha voz baixa, serei cortês, não criticarei ninguém. Não encontrarei defeitos em nada, nem tentarei melhorar ou controlar ninguém, a não ser eu mesmo.
Só por hoje terei um programa. Talvez não o siga exatamente, mas o terei. Evitarei dois aborrecimentos: a pressa e a indecisão.
Só por hoje passarei meia hora tranqüilo, completamente só, relaxando. Durante essa meia hora, em algum momento, tentarei ter uma melhor perspectiva da minha vida.
Só por hoje não terei medo. Principalmente não terei medo de desfrutar do que é belo, e de acreditar que na mesma medida que dou para a vida, a vida dará a mim.

Reimpresso com a permissão de Al-Anon Family Group Headquarters, Inc., Virginia Beach, VA.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Fofoca: Fatos e Boatos.

Introdução (Extraído de pessoas.hsw.uol.com.br)

Mesmo que você nunca tenha tido aulas sobre a história da Rússia do século XVIII, é provável que já tenha ouvido a história de Catarina, a Grande. Segundo dizem, Catarina II, imperatriz da Rússia, morreu em circunstâncias questionáveis envolvendo um cavalo. No entanto, se você perguntar a alguém que se interessa por história vai descobrir que essa não é verdadeira. Na verdade, Catarina II morreu de derrame e não havia nenhum cavalo presente.
A história da imperatriz russa e o cavalo não é uma invenção recente - ela começou como fofoca há mais de 200 anos. Não se trata apenas de uma história picante, é um bom exemplo da natureza da fofoca.




É quase impossível descobrir quem foi o primeiro a contar a história. Historiadores acreditam que nobres franceses inventaram isso com o objetivo de destruir a reputação de Catarina.
Tudo começou com uma tentativa maldosa de caluniar alguém e, possivelmente, dar reconhecimento social à pessoa que inventou a história.
Quando as pessoas repetem esse história hoje, acreditam que seja verdade, apesar de sua inerente estranheza.
A história é persistente e amplamente difundida circulando já há centenas de anos. E, mesmo com muitos historiadores negando, as pessoas a continuam espalhando.
É o tipo de boato que a maior parte das pessoas não consegue deixar de espalhar, mesmo tendo decidido fofocar menos.
Mesmo que alguns detalhes possam ter mudado, a base da história é a mesma de 200 anos atrás. Assim, podemos dizer que a fofoca de verdade é diferente daquela brincadeira do "telefone sem fio", que geralmente é usada para ensinar às crianças sobre as conseqüências da fofoca. No entanto, ao contrário da história de Catarina II, nem todas as fofocas são maldosas ou falsas. Assim como os palavrões, outro uso da língua que muitas pessoas procuram evitar, a fofoca desempenha diversas funções dentro de grupos sociais, podendo algumas ser, de fato, úteis.
Sociólogos, lingüistas, psicólogos e historiadores pesquisam sobre a fofoca e como ela funciona na sociedade. De qualquer modo, é um fenômeno complicado de se estudar. Como normalmente as pessoas fofocam espontaneamente e em particular, é quase impossível estudar a fofoca em ambiente laboratorial. Assim, muitos pesquisadores estudam a fofoca escutando a conversa dos fofoqueiros.



Normalmente, a fofoca é uma conversa entre duas pessoas, com um certo tom de conspiração


Além disso, quando os pesquisadores estudam a fofoca, nem todos usam a mesma definição. A maior parte começa com uma idéia básica: a fofoca é uma conversa entre duas pessoas cujo tema é uma terceira pessoa que não está presente. Alguns pesquisadores acrescentam outras condições, como:
é uma conversa que acontece reservadamente;
as pessoas que estão conversando transmitem informações sobre as quais não têm certeza como se fossem fatos;
as pessoas que estão fofocando e a pessoa que é o alvo da fofoca se conhecem na vida real. Segundo essa definição, a fofoca sobre celebridades não é bem uma fofoca, a não ser que o contador e o ouvinte sejam amigos da celebridade em questão;
algo na linguagem corporal ou no tom de voz do contador sugere um julgamento moral sobre as informações que estão sendo passadas. Por exemplo, a frase "Clara tem um cachorrinho" parece ser neutra. Mas se Clara mora em uma república de estudantes que não permite animais e a entonação da pessoa que está falando é de quem está escandalizada, a frase passa a ser fofoca;
de certa forma, os fofoqueiros se comparam à pessoa que é alvo da fofoca, considerando-se superiores a ela. Para este artigo, usaremos uma definição básica: quando duas pessoas falam sobre uma terceira que está ausente e a conversa inclui murmúrios, julgamento ou tom de segredo, isso será considerado fofoca. A seguir, veremos um pouco sobre como a fofoca rege os grupos sociais.

Fofoca x boatos

Tanto os boatos como a fofoca possuem conotação desagradável, mas os pesquisadores discordam quanto a serem a mesma coisa. Vamos ver um resumo dos diferentes pontos de vista sobre a fofoca e os boatos:

* são a mesma coisa;
* os boatos são um tipo específico de fofoca;
* a fofoca se baseia em fatos, ao passo que os boatos se baseiam em hipóteses;
* a fofoca é uma ferramenta para manter a ordem social, já os boatos são uma ferramenta para
explicar coisas que as pessoas não entendem;
* a fofoca tem a ver com algo que as pessoas pensam que aconteceu, mas os boatos expressam o
que as pessoas esperam ou temem que aconteça.